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Novo estudo sobre retalho aponta eCommerce como motor de crescimento do sector
Novo estudo sobre retalho aponta eCommerce como motor de crescimento do sector
19 de Janeiro de 2017
Aquela que é a 20ª edição do Global Powers of Retailing da Deloitte indica que o comércio eletrónico continua a ser um grande motor de crescimento para o sector do retalho, representando uma parte cada vez maior das vendas e transformando a forma de fazer negócio.

O relatório mostra que as mudanças introduzidas pelas compras feitas pela internet estão a levar muitos retalhistas a reavaliarem o papel da sua pegada física e a reforçarem as suas capacidades eletrónicas.

Da análise da informação financeira de 2015 das 250 maiores retalhistas de todo o mundo, a Deloitte conclui que são cada vez mais as empresas que apostam numa presença online transacional, principalmente entre aquelas que vendem alimentos, como supermercados, lojas de discount ou de conveniência.

Global Powers of Retailing  mostra também que os retalhistas que têm atividades de comércio eletrónico registaram um abrandamento do ritmo de crescimento das vendas online, que ainda assim continua a ser muito superior ao crescimento da receita global.

Contas feitas ao volume de negócios das 250 maiores retalhistas mundiais, o comércio eletrónico representou 8,7% das receitas alcançadas em 2015 – considerando as empresas que apostam no online – face aos 7,6% registados em 2014 e aos 6,2% de 2013. Pela primeira vez nos seus 20 anos de existência, a Amazon integra o top 10 das maiores retalhistas de todo o mundo.

A gigante da internet estreou-se precisamente na 10ª posição, num “top geral” liderado pela também norte-americana Wal-Mart, do qual fazem igualmente parte grupos como o francês Carrefour (7º lugar) ou o alemão Aldi (8º).

Obviamente, é a Amazon que que lidera o Top e-Retailers, com um crescimento do negócio de 13,1% ao longo de 2015. O segundo lugar pertence à chinesa JD.com, com vendas próximo de 25 milhões de dólares e uma subida de 54,5%, e o terceiro à Apple, com vendas de 24,4 milhões de dólares, quando o negócio online representa 46,5% do negócio total e cresceu 18,2%.