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FAQ's
Perguntas Frequentes

O aumento das transacções através da Internet avança naturalmente para a desmaterialização dos documentos inerentes a estas operações. A possibilidade de receber toda a documentação via electrónica contribui, sem dúvida, para a desburocratização dos processos. Os documentos recebidos por esta via (sejam as facturas, as guias de remessa ou outros) têm a mesma validade dos seus semelhantes em papel. O Decreto-Lei nº 256/2003 estabelece a equiparação entre a factura electrónica e a factura em papel, desde que contenha as menções obrigatórias para qualquer factura e que seja garantida a autenticidade da sua origem e a integridade do seu conteúdo, mediante assinatura electrónica avançada ou intercâmbio electrónico de dados (EDI).

Em 2005, segundo dados da ANACOM, Autoridade Nacional de Comunicações, registou-se em Portugal um crescimento na ordem dos 43 por cento em termos de acessos de banda larga. Portugal encontra-se entre os 8 países da União Europeia com maior penetração de banda larga nos acessos à internet. O acesso em Banda Larga é muito importante pois proporciona ao consumidor uma experiência de compra mais rápida e enriquecedora.

No final de 2007 existiam em Portugal 3,07 milhões de utilizadores de banda larga. No universo da banda larga fixa a penetração passou a fixar-se nos 15,4 por cento e na banda larga móvel nos 13,6 por cento.

Utilizar um cartão de crédito na Internet não é mais perigoso do que fazê-lo numa loja ou numa encomenda por telefone. É, até, frequentemente, o meio de pagamento mais vantajoso já que habitualmente o envio é processado imediatamente após a compra. No pagamento feito por cheque, por exemplo, a encomenda só será enviada após a sua boa cobrança. No caso do envio à cobrança, terá de pagar portes e a taxa de cobrança do transportador. Antes de indicar num formulário na Internet o número do seu cartão, a data de validade e o código de segurança que se encontra no verso do cartão, composto por três dígitos, só tem de assegurar-se de que transmite os seus dados bancários em segurança. Ou seja, o endereço de página deve começar por "https" em lugar de "http" e, por vezes, pelo aparecimento de um cadeado na zona inferior do seu browser. Não transmita dados bancários em sites que não lhe inspiram confiança ou que não dão qualquer indicação sobre a empresa ou contactos.
Toda esta simplificação, conveniência e maior transparência tanto para utilizadores como para gestores, liberta os restantes colaboradores para tarefas de maior valor acrescentado, aumentando os níveis de produtividade da empresa. Por seu turno, os gestores ganham um controlo directo sobre as suas transacções, obtendo com maior facilidade uma visão da performance da sua equipa e dos seus parceiros comerciais. Num mercado electrónico, as empresas têm acesso a um leque de oferta maior, mais tempo disponível para análise e selecção da melhor proposta, e um processamento mais célere das suas transacções. Conseguem adicionalmente tomar decisões de aquisição em tempo real: analisar questões de preço, orçamento e prazos de entrega ao mesmo tempo que negoceiam. Desta forma, o processo de compra gera uma maior visibilidade e um acrescido poder negocial com fornecedores estratégicos. Por tudo isto, com meios informáticos poderosos e de custo reduzido, aliados a redes de compradores e fornecedores cada vez mais
abrange tes, é um facto comprovado que as empresas podem modernizar-se efectuando as suas transacções de uma forma mais eficaz por via electrónica.

Produtos financeiros com vantagens

Os bancos, seguradoras e empresas de corretagem usam a Internet como veículo de comunicação e interacção com os seus clientes.

Longe do tempo em que se pensava que o sector bancário podia dispensar a interacção pessoal e os balcões, substituindo-os por plataformas electrónicas (na Internet e telefone), hoje a tendência aponta para a especialização do contacto directo, enquanto as tarefas rotineiras são deixadas para o homebanking e os sites das instituições.

Fazer transferências, gerir e consultar saldos e até subscrever produtos bancários e de corretagem fazem parte do quotidiano de muitos portugueses, que também optam por recolher informação sobre seguros online, onde podem também participar sinistros.

 
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