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Serviços à medida estão a marcar a diferença no mercado de domínios e hosting
Serviços à medida estão a marcar a diferença no mercado de domínios e hosting
7 de Julho de 2017
A liberalização dos domínios.pt, em Portugal, e o crescimento exponencial das extensões genéricas, internacionalmente, trouxeram grandes mudanças à área dos domínios e hosting, mas há outras tendências que também estão a contribuir para a evolução do negócio.

A emergência de um novo paradigma em torno do conceito de Cloud, pública e privada e ainda com base nos diferentes modelos SAS, PAS, IAS, a par da natural digitalização dos negócios estão a originar um cenário fértil de inovação, competitividade e crescimento entre as empresas portuguesas que a Dominios.pt  tem vindo a fazer questão de aproveitar.

A estratégia é “distinta da concorrência”, considera Nuno Matias, apostando-se no relacionamento personalizado com os clientes e na procura de soluções à medida das necessidades de cada um. “Não temos procurado crescer na guerra dos descontos agressivos, mas sim pela forte qualidade e performance das nossas plataformas, onde o cliente encontra a preços únicos soluções de elevadíssimo rendimento e com um nível de superioridade e especialização de apoio técnico incomparável com qualquer player que opere no mercado português”, garante o diretor geral da Dominios.pt.

Neste momento, o conjunto de serviços prestado pela empresa cobre desde o portfolio completo de todas as extensões de domínio mundiais, planos de alojamento web e email profissional, servidores dedicados e cloud VPS, housing e segurança. Há também uma oferta mais recente de ecommerce, complementada com a prestação de serviços de community management em redes sociais, gestão de campanhas nos motores de busca e email marketing.

As áreas de negócio mais representativas são o registo e manutenção de nomes de domínio, alojamento web e servidores, mas as previsões de crescimento mais significativo vão para as soluções de segurança (SSL, Malware, Anti-Spam, etc) e para os serviços de ecommerce e presença digital para PMEs.

Nuno Matias considera que mercado português, ao nível das empresas de menor dimensão, e comparando com o mercado europeu, tem ainda um longo caminho a percorrer em presença e estratégia digital.

No que diz respeito ao ecommerce, tal nota-se em especial “no aproveitamento de todo o seu potencial para atingir nichos de mercado e lançarem-se na exportação dos seus bens e/ou serviços para qualquer mercado internacional”.

Neste capítulo, e como forma de incentivo, deveria apostar-se no desenvolvimento de programas para a digitalização das PMEs, “quer pelo lado financeiro, quer mesmo através de iniciativas, que distribuam conhecimento prático e útil na formação de ações inteligentes e eficientes com focus nos resultados para o aproveitamento de todo o potencial do mercado digital, não como um fator de crescimento ou diferenciação mas sim como um fator de simples sobrevivência a médio prazo”.